Flávio Dino começa a por em prática o “Decreto da Maldade” contra servidores da Mapa

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Empregados da empresa Maranhão Parcerias (Mapa), antiga Emarph, já começaram a sentir os efeitos do “Decreto da Maldade”, baixado pelo governador Flávio Dino e denunciado pelo SINTSEP. O Governo do Estado reduziu a carga horária dos engenheiros e outras categorias, estabelecendo que, de oito horas, passariam a ter expediente de apenas seis horas, ocasionando, também, a redução do salário-base desses funcionários.

A decisão foi tomada sem qualquer entendimento ou consulta às categorias profissionais ou representantes sindicais. Segundo denúncias recebidas pelo SINTSEP, alguns trabalhadores tiveram redução de até R$ 2.500 no salário. Esses engenheiros recebem o piso nacional no valor de oito salários mínimo e meio, que já estava incorporado no salário-base dos trabalhadores,  e, mesmo reduzindo a carga horaria de oito para seis horas, a Mapa não tem o poder de reduzir o valor do salário-base, como aconteceu.

“O governador Flávio Dino, que se manifesta contra as reformas promovidas pelo governo federal, na prática faz uso delas para penalizar os servidores públicos do Maranhão, que, além de amargarem cincos anos sem qualquer reajuste, ainda são surpreendidos com as tentativas de derrubar as ações na Justiça e, agora, redução nos salários dos celetistas”, afirmou Cleinaldo Bil Lopes, presidente do SINTSEP e coordenador do Fórum de Defesa das Carreiras do Poder Executivo.

O SINTSEP irá oficializar denúncia junto à Superintendência Regional do Trabalho para resguardar os direitos trabalhistas dos engenheiros e de todos os funcionários da Mapa que, de alguma forma, vierem a ser penalizados. Vamos à luta!

Um comentário “Flávio Dino começa a por em prática o “Decreto da Maldade” contra servidores da Mapa

  1. JURANDY MOREIRA LIMA disse:

    O SINTSEP deveria também, tentar acelerar juridicamente o JULGAMENTO do mérito da DECISÃO da Justiça Eleitoral, que DECRETOU a INELEGIBILADE do governador por CRIMES de CORRUPÇÃO e também em processo paralelo, COBRAR da Justiça TRABALHISTA o pagamento dos 21.7%, já considerados por LEI e DEFINITIVAMENTE, como CAUSA GANHA, portanto SEM mais o DIREITO à RECURSO.

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